quinta-feira, 10 de abril de 2014

Esse vídeo pode mudar sua vida

Esse título bem sensacionalista não é à toa. O vídeo abaixo fala sobre um dos conceitos mais importantes da Terapia Cognitiva: os pensamentos automáticos negativos (e como eles afetam suas emoções e comportamentos).

Além disso, fala também de alguns erros cognitivos (ou vícios mentais) como o catastrofismo e a generalização.

Enfim, esse vídeo pode fazer uma grande diferença na sua vida. Ou pode não passar de mais um vídeo legal que você acabou assistindo. Vai depender do quanto decidir praticar o que ele diz (treino é algo que faz toda a diferença nos resultados!). Dúvidas são normais e, para amenizá-las, você também pode dar uma olhada em exemplos de análise neste ou naquele post.

Mas, enfim, espero que você goste e, principalmente, utilize este conhecimento.

Eu uso sempre que possível e isso faz uma baita diferença na minha vida (e na minha felicidade, produtividade, autoestima, autoconfiança, motivação, esperança ...)



Obs.1: se o vídeo não aparecer pra você, acesse este link: https://www.youtube.com/watch?v=54TPl_63DfI


Obs.2: muito obrigada à psicóloga Nivea Melo que teve o cuidado e a disposição de legendar este vídeo da WellCast
Ana Carolina Diethelm Kley
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sexta-feira, 4 de abril de 2014

Receita da felicidade



Essa figura me fez pensar sobre a relação que existe entre o que escolhemos e os resultados que temos na nossa vida.
 
Existe uma gama imensa de decisões que são tomadas diariamente, umas são explícitas, outras mais escondidas;  vão desde o que eu vou comer no café da manhã, até como vou lidar com aquela pessoa que está me causando problemas ou se vou pagar dívidas ou não.

São muitas as decisões mesmo e o fato é que são elas que direcionam nossa vida. Aliás, viver com direcionamento (com objetivos) ou não também é fruto de uma decisão. Escolher aceitar uma situação ruim e conviver ou enfrentar uma barra e se livrar dela, também são decisões.

O intuito deste post é estimular você, caro leitor, a pensar sobre as escolhas que você tem feito na vida (ou apenas no dia de hoje, o que já é um começo). E dizer que, mesmo diante de uma situação ruim na qual você nada pode interferir, ainda há uma escolha: mudar ou não a maneira de pensar sobre aquela situação.

Então, antes de se colocar como vítima da situação e culpar os outros, o sistema, o governo, o destino, e abrir mão de ser o responsável direto por melhorias na sua vida, poderia ser mais útil admitir que suas escolhas influenciam, em alguma escala, os resultados que você colhe por direcionar sua maneira de agir (ou de fugir).
 
Olhar essa figura me faz pensar nas minhas decisões. Ou no que acontece quando decido não me posicionar (perceberam o verbo "decidir" presente nesta frase? Não foi à toa). A responsabilidade é minha, e eu sei que isso pode soar pesado pra muita gente. Mas pode também soar libertador, pois indica que a solução está nas minhas mãos. Mais uma vez, é preciso decidir que ideia se prefere alimentar.
 
Ana Carolina Diethelm Kley
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quinta-feira, 27 de março de 2014

A síndrome do impostor e as dificuldades

A "síndrome" do impostor acomete as pessoas que tem a ideia de que não são tão boas quanto os outros acham e que tem receio de que isso seja percebido mais cedo ou mais tarde, decepcionando todos.

Esse pensamento de que elas, de verdade, não são boas o suficiente costuma aparecer mais diante de algumas situações específicas e, hoje, resolvi falar um pouco sobre uma delas: ao encarar uma dificuldade.

Quando há facilidade em aprender alguma coisa ou em realizar uma tarefa, a pessoa  pode se sentir bem, até tranquila, mas é perceber  algo que seja um pouco mais difícil de entender e lá vem a ideia "Tá vendo?! Eu não sou tão bom assim!" e, junto com isso, podem chegar a tristeza, o desânimo, a apatia e a desistência ("pra que tentar, se eu sei que não vou conseguir?").

De acordo com o dicionário do impostor:
DIFICULDADE = FALTA DE CAPACIDADE

Mas você pode me dizer: "Ana, todo mundo tem dificuldade. Isso é normal." Eu sei que é e, racionalmente, a maior parte das pessoas concorda com isso, mas o fato é que ficamos chateados quando estamos diante de uma dificuldade, o que quer dizer que, emocionalmente, o conceito acima é verdadeiro para nós.

E como lidar com isso? Relativizando. Como assim? Questione o pensamento, analise-o, pense o que você diria a um grande amigo que estivesse passando pela mesma situação (seria a mesma coisa que diz a si mesmo?).

No dicionário das pessoas normais:
DIFICULDADE = ETAPA ESPERADA DO PROCESSO  DE APRENDIZAGEM

Alguém com falta de capacidade real não consegue aprender nada, nada, nada. Embora seja comum, é equivocado pensar que ou se tem facilidade com tudo e, aí sim, trata-se de uma pessoa capaz e realmente competente, ou, caso se tenha alguma dificuldade em alguma coisa, trata-se de alguém insuficiente. Todo mundo, em um momento ou outro, em um assunto ou outro, encontra algum obstáculo.
 
Superar uma dificuldade indica força, persistência e capacidade. Peça ajuda! Pois, do mesmo jeito que você tem este entrave a superar, a pessoa que vai te ajudar tem (ou terá) outros e, quem sabe, no futuro, pode ser você a auxiliar? O que mostra que todos estamos aqui pra aprender e não existe ninguém que saiba tudo (embora alguns deem essa impressão).
 
Ana Carolina Diethelm Kley
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quinta-feira, 20 de março de 2014

O medo do fracasso

Neste post, considero fracasso como um resultado negativo,  uma expectativa que acabou não se concretizando.
 
Quando o fracasso acontece pode ser algo ruim, frustante e até desanimador para alguns, embora possa ser visto como apenas uma fase ou como um impulso por outros.
 
O fato é que o medo do fracasso me parece trazer consequências tão ou mais graves do que o próprio fracasso.
 
Por medo, deixamos de nos expor ("E se eu falar alguma besteira?"), de investir no que queremos ("E se não der certo?"), de falar com quem nos parece interessante ("E seu receber um 'não'?"), de ir ao médico e fazer exames ("E se descobrir que estou doente?"), deixamos até de melhorar de vida recusando promoções e novas responsabilidades ("E se eu não der conta?").
 
E quais são as consequências disso tudo? A primeira impressão é que, ao deixar de fazer estas coisas, ganhamos segurança e tranquilidade. Eu percebo que isso é verdade, mas quanto tempo elas duram?
 
Acabam sendo "ganhos" a curto prazo, pois, a médio e longo prazo, outras coisas começam a surgir como: mais preoupação (a sensação de segurança se vai...), permanência e/ou aumento do problema, falta de resultados, frustração e desesperança ("nunca vou conseguir o que quero...").
 
Outra consequência muito séria do medo do fracasso é não termos a real noção da nossa capacidade e de quão longe podemos ir. Perdemos a possibilidade de perceber que damos conta do recado, de fortalecer nossa autoconfiança e autoestima. Perdemos a possibilidade de aprender com aquilo, de avançar, de viver. Começamos a ficar à margem, evitando as coisas para "não fazer feio".
 
Ah, e quero deixar claro que, quando estes pensamentos passam pela nossa cabeça, eles parecem verdades incontestáveis, o que nos força a evitar as situações que causam o medo do fracasso.
 
Acontece que, para lidarmos com este tipo de situação, não é necessário ausência de medo. Como diz uma figura que vi outro dia:
 
 
Enfrentar a situação tem custos. Deixar de enfrentar também tem (e não são poucos).
 
 
Ana Carolina Diethelm Kley
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sexta-feira, 14 de março de 2014

"Nossa, que sorte!"

Vi um comercial estes dias que me fez pensar sobre a influência da sorte sobre a vida das pessoas.
 
Muita gente olha para algo que deu certo (na sua vida ou na dos outros) e pensa (ou fala): "nossa, que sorte!".
 
E eu acho isso uma grande injustica!
 
E o trabalho, o merecimento e o esforço não tem influência nenhuma, não? "(Claro que não - essa parte fica subentendida), foi sorte!" Ao ouvir isso, penso "mesmo com sorte, se ele não tivesse se esforçado, acordado cedo, ido atrás, insistido no que queria fazer, duvido que teria conseguido o resultado". Olha só o comercial:
 
 
 
Existe um problema de pensar que tudo de bom que acontece é sorte e ele está no fato de que isso transmite  a ideia de que chegar num resultado positivo não depende (principalmente) dos nossos esforços e, sim, de uma boa vontade (alheia) que vem do destino, da vida ou de seja lá o que for.
 
Além disso, essa maneira de pensar pode estimular o comodismo, o vitimismo ("se nada dá certo na minha vida, então, eu sou um coitado e não posso fazer nada; a culpa não é minha"), atrasar conquistas e gerar muita frustração.
 
Ui, dá até uma aflição escrever tudo isso.
 
Só depende de você mudar a maneira como explica seu sucesso: você pode explicá-lo como algo que dependa do seu esforço, da sua persistência, da sua busca por informações e ajuda, da sua paciência (para esperar a coisa ir no ritmo necessário), enfim, dos seus recursos, OU, você pode colocá-lo nas mãos de sabe lá Deus o que e passar a vida esperando que algo bom aconteça (neste caso, é melhor sentar...).
 
Ana Carolina Diethelm Kley
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sexta-feira, 7 de março de 2014

Como manter a alegria pós carnaval

O carnaval sempre me lembra alegria. As imagens ligadas a esta festa costumam mostrar pessoas se divertindo, dançando na avenida, brincando por aí.
 
E passado o carnaval, como manter a alegria?
 
Quero deixar claro, logo, que não há como manter a alegria 100% do tempo. Pois nós, seres humanos, sentimos muitas coisas ao longo de um dia só e, às vezes, até mais de uma coisa ao mesmo tempo. Por outro lado, existem atitudes, pensamentos e direcionamentos que podem, ao longo do tempo, aumentar nossa alegria de forma razoável.
 
Resolvi citar alguns neste post para que você possa fazer uma autoavaliação e verificar em que investir no resto deste ano.
 
1) Ter foco, estabelecer metas reais e cumprí-las (sim, eu sei que exige esforço, mas a sensação de saber que se deu mais um passo em direção ao que se quer é ótima)
 
2) Ficar próximo dos seus amigos, familiares e de quem te faz bem (descuidou disso? Ainda dá tempo de correr atrás. Ligue agora!)
 
3) Fazer atividade física (eu não escrevi academia.... faça qualquer uma que te traga bem-estar. O importante é movimentar o corpo e produzir endorfina)
 
4) Achar um hobby e fazê-lo de vez em quando
 
5) Ter noção que sua alegria depende, principalmente, de você e colocar a mão na massa (não esperar que outra pessoa faça isso no seu lugar)
 
6) Cuidar mais de você (da sua saúde, roupas, cabelo, etc)
 
7) Ajudar os outros do jeito que for (se sentir útil é uma das coisas que mais devem liberar endorfina neste mundo. Isso não vem de nenhuma pesquisa que eu tenha lido, mas de observação)
 
8) Cuidar da vida financeira (a tranquilidade de ter o dinheiro sob controle ou a possibilidade de comprar o que se deseja costuma gerar alegria também)
 
9) Ter equilíbrio (que significa dedicar tempo para o trabalho, mas também para você, sua família, seus amigos, hobbies, atividade física. Eu sei que é difícil, mas é muito recompensador também).
 
10) Valorizar o que se tem e quem somos (olhar para nossas qualidades, nossos pontos fortes, nossas conquistas. Eu sei que não é automático, mas vale a pena o esforço)
 
11) Cultivar a esperança de que as coisas vão dar certo, se ajudarmos (fazendo os itens acima, como não acreditar?)
 
Se você quiser, pode contribuir com minha lista e dizer o que te ajuda a ficar alegre. Os outros leitores e eu agradecemos a contribuição!
 
Ana Carolina Diethelm Kley
anacdkley@hotmail.com
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sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Comparações podem fazer mal à saúde

Comparações injustas podem fazer sua autoestima sofrer abalos consideráveis. E isso pode causar prejuízos emocionais, sociais, afetivos e até físicos (afinal, quando não gostamos do que enxergamos no espelho, olhamos cada vez menos, cuidamos cada vez menos e, às vezes, até negligenciamos cuidados com a saúde).
 
Mas como perceber se a comparação que fazemos é injusta?
 
O primeiro sinal importante é ela parecer absolutamente razoável. É isso mesmo que você leu: uma comparação injusta, inicialmente, tem uma cara de coisa natural, esperada e que todo mundo faz.
 
Com esta última parte, eu até concordo: muita gente se compara de forma injusta...
 
Então, diante de uma comparação, faça a segunda análise: com quem você está se comparando?
 
 * É com qualquer outra pessoa que não você?
 * Você está comparando seu ponto fraco com o ponto forte do outro?
 * Você está levando em consideração apenas uma parte da informação (e ignorando o contexto, ou tudo o que a pessoa teve que fazer para chegar lá, ou as coisas negativas que ela faz/tem)?
 
Se você respondeu "sim" a qualquer uma das três perguntas, cuidado.
Se você respondeu "sim" a duas das três perguntas, isso já é um sinal de que a comparação não é justa. Se as três respostas, foram afirmativas sua comparação é, definitivamente, algo que só servirá para te deixar triste, desanimado e desesperançoso (e ainda baseado numa visão distorcida).
 
Então, fique de olho na comparacite: o hábito de fazer comparações injustas. Sim, isso existe.
 
Aliás, essa história de pegar o melhor do outro e comparar com nosso ponto fraco é bem comum mesmo.
 
Nesta semana, vi um post sensacional mostrando fotos de modelos maravilhosas produzidas e sem produção alguma. É incrível como elas são gente normal!
 
 
 
Ver isso me fez pensar como podemos sofrer sem necessidade (o que me inspirou a escrever este post).
 
Se você quer ser justo com você (e ter mais autoestima, autoconfiança, alegria e satisfação), compara-se consigo mesmo, pense em como as coisas eram antes e como estão agora, leve em consideração cada degrau avançado, foque no que VOCÊ precisa, quer, deseja. Gaste sua energia com você. Caso prefira insistir nas comparações injustas, só não reclame depois, por favor.
 
Ana Carolina Diethelm Kley
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